Holofote: Parachamas (TRAMAVIRTUAL) Julho de 2012
LINK: http://tramavirtual.uol.com.br/noticia/2012/07/holofote-parachamas

Holofote: Parachamas17/07/2012
Conversamos com Alexandre, voz e guitarra da banda blumenauense
Por: Ricardo TibiuParachamas [foto: Sheila Martins]
Em atividade desde 2006, a bandaParachamas saiu de Blumenau/SC e trouxe seu indie, pop, rock e livre para São Paulo. Depois de lançar três EPs juntaram todo esse material num CD que se concretizou através da ideia de Antônio, do selo HeartsBleedBlue, de usar a plataforma de financiamento colaborativo Catarse. O lançamento será nesta sexta, dia 20 de julho, no Outs ao lado de duas outras boas bandas, Supercombo e Zebra Zebra - mais infos o cartaz lá embaixo. Antes disso conversamos com Alexandre M (voz e guitarra) para conhecer melhor o quarteto, confira!
Quando e como surgiu a Parachamas?
Em Blumenau/SC, abril de 2006, foi quando fizemos o primeiro ensaio. Ainda sem muita certeza do que iríamos realmente fazer... Já que cada um tinha passado por várias bandas punks, góticas, progressivas e tudo mais...
Quais são as principais influências?
Cada um ouve coisas bem diferentes, e hoje em dia isso já virou clichê, né?! Mas acredito que todos do Parachamas compartilhem bandas como Pink Floyd, Nada Surf, Sublime, Smashing Pumpkins, Afghan Whigs e The Smiths como unanimidade. Bandas nacionais que nos influenciam são Móveis Coloniais de Acaju, Violins, Tim Maia e eu, particularmente, curto todo aquele samba antigo, Cartola e afins...
Vocês estão lançando Trilogia, como foi o processo de produção?
A Trilogia Parachamas trata-se de uma compilação física que une todas as músicas dos nossos três EPs lançados até então. O primeiro chama-se Bem Vindo (2008) e foi gravado em Blumenau pelo jazzista Mazin Silva, que nos deu uma aula de música durante os três meses de gravações. O segundo chama-se Volte Sempre (2010) e também foi gravado em Blumenau, com um pouco mais de recurso. Teve a produção do Parachamas junto com James Zoschke (Madeixas) e foi gravado no RVB pelo técnico e músico Deny Bonfante (Perpetual Dreams). O terceiro é chama-se O Último EP (2011) e foi gravado em São Paulo/SP, teve produção do Parachamas em parceria com Thiga Cordeiro. A Trilogia mostra claramente todos os nossos momentos e toda a nossa evolução, isso tudo que nos trouxe até aqui!
Como foi a experiência de usar a Catarse?
A ideia foi do Antônio, do HeartsBleedBlue. Queríamos lançar algo com uma distribuição melhor e procuramos o Antônio, que sugeriu o lançamento da Trilogia através projeto do Catarse e fez tudo realmente acontecer! Inicialmente pareceu meio utópico conseguir algo com a ajuda direta das pessoas, porque no Parachamas tudo foi sempre tão difícil! Mesmo assim resolvemos arriscar e o resultado foi positivo! Conseguimos atingir a meta, divulgar a banda e agora temos um bom material pra rolar pelo Brasil afora.
O fato de mudarem de Blumenau para São Paulo trouxe algum tipo de mudança na sonoridade ou na temática da banda?
Com certeza não. Mudar para outro estado só serviu de inspiração para novas letras, mas acho isso natural. Mas não mudamos nossa linha de instrumental e nem mudamos nossa postura nas letras. Acho que se houve alguma mudança foi devido ao amadurecimento de cada um e ao tempo de banda. Claro que quando viemos para São Paulo, metade da banda saiu, e viemos com somente um sopro, o trombone de vara. Estamos assim até hoje, ao vivo somos quatro malucos tentando fazer o que era feito em sete pessoas. Há boatos de que estamos fazendo até melhor, mas sou suspeito pra falar.
Paramore ou Parachamas?
Tu pode não acreditar, mas quando eu inventei o nome Parachamas eu acho que a guria do Paramore nem era nascida. Na realidade isso nem vem ao caso, né?! Não tenho nada contra o Paramore e não tenho crise nenhuma em relação às comparações feitas com Paramore, Paralamas, etc... E eu nunca falei isso, mas incrivelmente nunca fomos comparados à banda que realmente inspirou o nome, que é o Autoramas! (risos) O Autoramas representou bem o que nós queríamos fazer, ou seja, ROCK sem muita firula, sem um rótulo e sem noção! E, só pra esclarecer, nunca foi nossa intenção fazer ska ou algo do tipo, foram as pessoas que começaram a escrever e rotular isso. E quem sou eu pra discordar! Na minha opinião, Parachamas é indie, pop, rock e livre!
Quais são os próximos planos?
O plano é divulgar a Trilogia, fazer ela rodar pelo país e paralelamente continuar o processo de composição e gravação do nosso primeiro disco full. Quero agradecer ao espaço cedido pela TramaVirtual e a todos que acompanham o Parachamas. Procurem pela banda na internet, nos escrevam, nos critiquem... Façam algo! (risos).
Para ouvir e/ou baixar!
Quando: 28/04 (sábado)
Quem: Parachamas, Supercombo e Zebra Zebra + Discotecagem: The StarFox Team (Meia-Quarta), Shamil (Horace Green/Balboa Discos) e Fabio Aguiar (Play Alternative).
Onde: Outs (Rua Augusta, 486, Consolação) - São Paulo/SP
Horário: 23:30h.
Entrada: Grátis (mulheres), homens: R$ 15 (lista), R$ 20 (entrada) ou R$ 40 (consumação).
Ouvir/baixar: www.tramavirtual.com.br/parachamas
www.tramavirtual.com.br/supercombo
www.tramavirtual.com.br/zebra_zebra
Quando e como surgiu a Parachamas?
Em Blumenau/SC, abril de 2006, foi quando fizemos o primeiro ensaio. Ainda sem muita certeza do que iríamos realmente fazer... Já que cada um tinha passado por várias bandas punks, góticas, progressivas e tudo mais...
Quais são as principais influências?
Cada um ouve coisas bem diferentes, e hoje em dia isso já virou clichê, né?! Mas acredito que todos do Parachamas compartilhem bandas como Pink Floyd, Nada Surf, Sublime, Smashing Pumpkins, Afghan Whigs e The Smiths como unanimidade. Bandas nacionais que nos influenciam são Móveis Coloniais de Acaju, Violins, Tim Maia e eu, particularmente, curto todo aquele samba antigo, Cartola e afins...
Vocês estão lançando Trilogia, como foi o processo de produção?
A Trilogia Parachamas trata-se de uma compilação física que une todas as músicas dos nossos três EPs lançados até então. O primeiro chama-se Bem Vindo (2008) e foi gravado em Blumenau pelo jazzista Mazin Silva, que nos deu uma aula de música durante os três meses de gravações. O segundo chama-se Volte Sempre (2010) e também foi gravado em Blumenau, com um pouco mais de recurso. Teve a produção do Parachamas junto com James Zoschke (Madeixas) e foi gravado no RVB pelo técnico e músico Deny Bonfante (Perpetual Dreams). O terceiro é chama-se O Último EP (2011) e foi gravado em São Paulo/SP, teve produção do Parachamas em parceria com Thiga Cordeiro. A Trilogia mostra claramente todos os nossos momentos e toda a nossa evolução, isso tudo que nos trouxe até aqui!
Como foi a experiência de usar a Catarse?
A ideia foi do Antônio, do HeartsBleedBlue. Queríamos lançar algo com uma distribuição melhor e procuramos o Antônio, que sugeriu o lançamento da Trilogia através projeto do Catarse e fez tudo realmente acontecer! Inicialmente pareceu meio utópico conseguir algo com a ajuda direta das pessoas, porque no Parachamas tudo foi sempre tão difícil! Mesmo assim resolvemos arriscar e o resultado foi positivo! Conseguimos atingir a meta, divulgar a banda e agora temos um bom material pra rolar pelo Brasil afora.
O fato de mudarem de Blumenau para São Paulo trouxe algum tipo de mudança na sonoridade ou na temática da banda?
Com certeza não. Mudar para outro estado só serviu de inspiração para novas letras, mas acho isso natural. Mas não mudamos nossa linha de instrumental e nem mudamos nossa postura nas letras. Acho que se houve alguma mudança foi devido ao amadurecimento de cada um e ao tempo de banda. Claro que quando viemos para São Paulo, metade da banda saiu, e viemos com somente um sopro, o trombone de vara. Estamos assim até hoje, ao vivo somos quatro malucos tentando fazer o que era feito em sete pessoas. Há boatos de que estamos fazendo até melhor, mas sou suspeito pra falar.
Paramore ou Parachamas?
Tu pode não acreditar, mas quando eu inventei o nome Parachamas eu acho que a guria do Paramore nem era nascida. Na realidade isso nem vem ao caso, né?! Não tenho nada contra o Paramore e não tenho crise nenhuma em relação às comparações feitas com Paramore, Paralamas, etc... E eu nunca falei isso, mas incrivelmente nunca fomos comparados à banda que realmente inspirou o nome, que é o Autoramas! (risos) O Autoramas representou bem o que nós queríamos fazer, ou seja, ROCK sem muita firula, sem um rótulo e sem noção! E, só pra esclarecer, nunca foi nossa intenção fazer ska ou algo do tipo, foram as pessoas que começaram a escrever e rotular isso. E quem sou eu pra discordar! Na minha opinião, Parachamas é indie, pop, rock e livre!
Quais são os próximos planos?
O plano é divulgar a Trilogia, fazer ela rodar pelo país e paralelamente continuar o processo de composição e gravação do nosso primeiro disco full. Quero agradecer ao espaço cedido pela TramaVirtual e a todos que acompanham o Parachamas. Procurem pela banda na internet, nos escrevam, nos critiquem... Façam algo! (risos).
Para ouvir e/ou baixar!
Quando: 28/04 (sábado)
Quem: Parachamas, Supercombo e Zebra Zebra + Discotecagem: The StarFox Team (Meia-Quarta), Shamil (Horace Green/Balboa Discos) e Fabio Aguiar (Play Alternative).
Onde: Outs (Rua Augusta, 486, Consolação) - São Paulo/SP
Horário: 23:30h.
Entrada: Grátis (mulheres), homens: R$ 15 (lista), R$ 20 (entrada) ou R$ 40 (consumação).
Ouvir/baixar: www.tramavirtual.com.br/parachamas
www.tramavirtual.com.br/supercombo
www.tramavirtual.com.br/zebra_zebra
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Banda blumenauense(SC) de rock alternativo que tem como principais estilos o powerpop e o ska.
MySpace: www.myspace.com/parachamas
Email: parachamas@gmail.com